Sul-africano medalha de bronze no Rio 2016 sob investigação de doping

 

A ITU – International Triathlon Union, orgão que governa o triathlon, abriu investigação em cima das alegações em que o triatleta sul-africano Henri Shoeman teria falhado num teste anti-doping durante os Jogos do Rio 2016. O fato veio a tona quando o website russo Sputnik publicou um artigo.

 

 

A prednisona é um pro-fármaco corticoide sintético que normalmente é administrada oralmente mas pode ser administrada também através de injeção intra-muscular e pode ser usada para um grande número de doenças diferentes. Tem um efeito de glucocorticoide. Prednisona é convertida pelo fígado em prednisolona que é a metabólito ativo e também um esteroide. É um potente glicocorticoide de ação diminuta mineralocorticoide.[1] Também é usada em medicina veterinária.[2]

 

 

O atleta de 26 anos está cooperando com as investigações, segundo a ITU. O fato não está claro ainda com as informações obtidas, mas foi bem reportado que o atleta sofria de uma infecção respiratória nos dias anteriores a prova olímpica masculina, fez o uso da Prednisona, onde foi registrado o uso da droga no seu DCF (Doping Control Form) – sendo por esse motivo, talvez, não ter recebido qualquer notificação, banição ou perda da medalha de bronze.

A droga Predmisona causa euforia, melhora a performance e é banida pela WADA.

Nota em atualização.

 

 

 

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