Doping de peruana na maratona faz brasileira ficar com o ouro nos Jogos Pan-Americanos!

A Organização Desportiva Pan-americana (ODEPA) comunicou o Comitê Olímpico do Peru, que a maratonista Gladys Tejeda, medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, testou positivo no exame antidoping realizado após a prova disputada no dia 18 de julho, pelo uso da substância diurética furosemida.

Dessa maneira, ela foi desclassificada e a brasileira Adriana Aparecida da Silva herdou a medalha de ouro e passou a ser bicampeã pan-americana, já que também havia vencido a Maratona feminina no Pan de Guadalajara-2011. O tempo feito pela paulista de 34 anos, de 2h35min40s, também passou a ser o novo recorde dos Jogos Pan-americanos.

Terceira colocada, a norte-americana Lindsay Flanagan, que marcou 2h36m30s subiu uma posição e ficou com a medalha de prata. Já canadense Rachel Hannah, passou a ser a nova medalhista de bronze, enquanto a brasileira Marily dos Santos passou a ser a quarta colocada.

O comitê de controle de dopagem da ODEPA ainda confirmou outros cinco casos positivos durante os Jogos Pan e Parapan Americanos de Toronto: a ciclista colombiana María Luisa Calle Williams, a jogadora de vôlei porto-riquenha Sheila Ocasio Clemente, o jogador de futebol do Panamá Richard Peralta Robledo, a atleta equatoriana María Pastuña e o paratleta chileno Cristopher Guajardo.

Com a alteração do resultado da Maratona feminina, o Brasil passa a ter 42 medalhas de ouro, 39 de prata e 60 de bronze, num total de 141 pódios e o terceiro lugar no quadro geral, que foi liderado pelos Estados Unidos (103-82-80), com o Canadá (78-69-71) em segundo lugar. Já o Peru ficou com três ouros, quatro pratas e seis bronzes e caiu do 12º para o 13º lugar.

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