5min. com Luisa Baptista

 

 

Como foi o seu treinamento para este novo ano?
Iniciamos 2018 no meio de novembro, há 12 semanas, neste bloco fizemos a readaptação aos treinos e ganhamos bastante volume, sendo um dos melhores períodos de base que já pude fazer. Continuamos baseados em São Carlos, um dos melhores locais do país para a prática de Triathlon! A natação fazemos no CAT do SESI, a bike no damha e estradas da região, a corrida contamos com uma pista de tartan e diversas trilhas e locais tranquilos.

Qual o objetivo nessa temporada?
Sem dúvida é fazer o primeiro período de classificação para os jogos da melhor forma, juntando o máximo de pontos possíveis para os Jogos de Tóquio.

Como está sua programação de provas em 2018?
Tenho um calendário bem extenso para este ano, com foco total na ITU, ainda este semestre teremos as copas continentais de Salvador e Fortaleza, Jogos Sul-americanos, Copa do Mundo de Huatulco e Campeonato panamericano em Brasília.

 

Luisa saiu bem posicionada após os gelados 750m da World Cup África do Sul, chegando na 11ª colocacão geral. Foto: Tommy Zaferes

 

Você começou muito bem com a 11ª colocação na World Cup da África do Sul. Conte um pouco da sua prova e das dificuldades.
Foi uma prova muito legal por diversos fatores, a ideia em fazê-la era ganharmos essa experiência competitiva logo no início da temporada, para quando começar a classificação de fato não levar esse “choque de realidade” das provas da ITU, a água gelada também foi um fator que nos fez escolher Cape Town, sempre tive dificuldade em provas com baixas temperaturas, porém, durante o ano a maioria das provas terão essa característica, então eu tenho que me adaptar e sem dúvida é encarando as provas que apresentam esses aspectos que essa adaptação virá. Sobre a prova, fiquei bem contente com o resultado, na ITU cada vez mais os detalhes são cobrados, porém dentre os erros e acertos que tive, tenho certeza que foi uma prova boa e que me trouxe boas avaliações para todo o restante do ano.

Quais as sua limitações que precisa trabalhar e o que tem feito para isso?
Acho que preciso melhorar em tudo um pouco! Nas três modalidades em si, mas também, como dito acima, nos detalhes: melhora na técnica de ciclismo, posicionamento na natação e bike dentro do grupo e até na aquisição de materiais de melhor qualidade e mais novos, para evitar evitar erros desnecessários. Porém, se tiver que escolher uma modalidade para melhorar mais, sem dúvida seria a natação, para sempre estar no grupo principal e ganhar a consistência que é necessária nos próximos dois anos.

 

Idade: 23 anos
Naturalidade: Araras – SP
Equipe: SESI-SP
Integrante do programa de atletas de alto rendimento do exército brasileiro
Técnicos: Eduardo Braz e Miguel Junior

Deixe seu comentário

comentários

Redação

redacao@golonger.com.br

error: copyright Trisport